Depois de publicar este documento do Ministério da Cultura, minha pesquisa sobre o processo de implantação do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) segue analisando os impactos técnicos, culturais, sociais e que tais.
Enquanto os posts mais longos não vêm, catei cinco pÃlulas publicadas recentemente:
- Lá no portal Terra, soube que o Inatel Competence Center (ICC) assinou contrato com a Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica de Manaus (Fucapi) para o desenvolvimento de um conversor (set-up-box) interativo para TV Digital que permitirá ao usuário da TV Digital interagir com a programação da emissora, escolhendo filmes, séries e até optando pelo final dos episódios de acordo com sua preferência. A previsão é que o projeto fique concluÃdo em maio e esteja à venda no varejo ainda em junho.
- Com certeza, acredito eu, não será o conversor de R$ 230 que o Ministro Hélio Costa prometeu lá no G1
- E por falar em prometer e cumprir, o presidente falou sobre linha de crédito para baratear o tal conservor (set-up-box) só agora anunciada pelo BNDES
- Outro ponto importante (na verdade sete pontos) a se considerar é a segurança das informações. O pessoal do ItWeb abordou o tema neste artigo aqui.
- Ah sim, e no último dia 29/01 o mesmo ministro Hélio Costa assinou a consignação para a transmissão de dados pelo sistema internacional de TV Digital.
Não poderia fechar este primeiro post do tema sem desejar que o texto do vÃdeo abaixo falasse de educação, saúde… mas, um passo de cada vez…
[youtube]http://youtube.com/watch?v=OL6em-TmSi4[/youtube]
Andre Passamani integra um time raro de profissionais preocupados com o conteúdo real de suas produções. Discussões de forma são necessárias, obviamente, mas o que será que veio primeiro: o ovo ou o granjeiro?

Ainda na discussão “prometer e cumprir”, em especial sobre o preço prometido pelo Ministro Hélio Costa para o conversor: quem foi mesmo que escolheu o padrão japonês, em detrimento a toda a orientação da indústria de produção, já conhecedora dos custos reduzidos da tecnologia do padrão europeu em relação ao japonês? É praxe no governo, talvez por pura ignorância tecnológica (talvez não), o padrão de atuação “prometer” o que não se pode “cumprir”.