Já li por aÃ, e não tem porque discordar, que o cinema perdeu para as séries mais famosas, o posto de primeiro lugar no que se a inovação na linguagem, formato e, porque não dizer, relação com seu público.
Sendo este último ponto um dos grandes responsáveis por transformar pequenos filmestes de 40 e poucos minutos em obras abertas a serem destrinchadas e recontadas em blogs, sites e wikis pelo (ciber)mundo à fora.
Cada episódio é o 50% de uma obra que se completa em sua própria explicação posterior. Ou melhor: nas expÃcações possÃveis.
O “final cut” acima é a prova de que a experiência no consumo de uma série vai além da peça entregue pelos canais (ou torrents). Ela é um convite a reinvenção.
Andre Passamani integra um time raro de profissionais preocupados com o conteúdo real de suas produções. Discussões de forma são necessárias, obviamente, mas o que será que veio primeiro: o ovo ou o granjeiro?
