Lost decupado.

Vídeos em 8 de Fevereiro de 2008 •

Já li por aí, e não tem porque discordar, que o cinema perdeu para as séries mais famosas, o posto de primeiro lugar no que se a inovação na linguagem, formato e, porque não dizer, relação com seu público.

Sendo este último ponto um dos grandes responsáveis por transformar pequenos filmestes de 40 e poucos minutos em obras abertas a serem destrinchadas e recontadas em blogs, sites e wikis pelo (ciber)mundo à fora.

Cada episódio é o 50% de uma obra que se completa em sua própria explicação posterior. Ou melhor: nas expícações possíveis.

O “final cut” acima é a prova de que a experiência no consumo de uma série vai além da peça entregue pelos canais (ou torrents). Ela é um convite a reinvenção.

Dica do mestre Cris Dias.

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