Fábio Caparica pensou um pouco sobre “Cognição, Covers e Afins” e, em vez de comentar, estou aqui cometendo um rápido post sobre o tema. O que se lançou por lá muito rapidamente foi que o background de referências (formação, educação, consumo de conteúdo ao longo da vida) faria você prestar atenção em determinados padrões de pensamento (modelos mentais) em detrimento de outros.
Seguindo o raciocÃnio, pra mim, o vÃdeo mais agradável daquela selação, foi este:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8-8nkkOA_AM[/youtube]
Foi o que o Fábio disse: Mauro curte música Folk e por isso o mais relevante para ele foi a levada de violão e voz com este tom. Só que tem um ponto a mais, principalmente no que se refere ao consumo e produção de conteúdo, colocado aqui como complemento e não confrontamento.
Somos, além de novos nômades, uma raça de remixadores.
Profissionais que se aventuram a trabalhar com conteúdo tem que sobrepor a esta tendência natural, outra, a de conduzir os desvios cognitivos do nicho de consumidores com os quais trabalham em função dos objetivos de seus clientes.
Entendeu o drama? É como se você herdasse todos os desvios cognitivos, sentado naquela cadeira da nave do Morpheus, em Matrix…
[loaaadiinnng......] “I know Kung fu”.
Se é verdade que algumas coisas só fazem sentido e são relevantes quando submetidas ao nosso filtro cognitivo é ainda mais verdadeiro que profissionais que escolheram trabalhar com este tipo de fluxo de informação, na velocidade e fractalidade (existe?) de hoje, são a própria fratura exposta de um mundo ultra-interpretativo.
Quando sua profissão é fazer sentido, todo sentido importa.
Andre Passamani integra um time raro de profissionais preocupados com o conteúdo real de suas produções. Discussões de forma são necessárias, obviamente, mas o que será que veio primeiro: o ovo ou o granjeiro?

Mandou bem… é exatamente isto.
Você pegou meu modelo mental, interpretou de uma forma que eu não havia pensado e mandou ver.
Boa…
Muito boa mesmo.